IRIFI: ESTRELAS DO DESERTO

Ao longo de quatro meses, a instalação artística IRIFI: ESTRELAS DO DESERTO (2021), de Felipe Carrelli, ocupará a Galeria 1 do Sesc Quitandinha. Ela oferece uma experiência imersiva e interativa no universo simbólico e afetivo do povo saaraui, refugiado desde 1975 no deserto do Saara Ocidental, através de suas histórias sobre as estrelas e suas vidas na condição de refugiados. 

QUARENTENA: COMO SERÁ O AMANHÃ?

A partir de outubro, por quatro meses, a instalação artística Quarentena: como será o amanhã? (2021) nos convida a revisitar os afetos, pensamentos e perspectivas de pessoas em isolamento social durante a Covid 19. O visitante se encontra imerso em um apartamento onde intimidades se fundem à espiral de imagens técnicas e projeções futuras das pessoas isoladas em 2020. O amanhã de ontem será hoje?

improvisos e inovações na Covid para as narrativas interativas e imersivas

A Covid-19 e seu decorrente isolamento social impuseram uma série de restrições aos diversos setores da produção cultural, assim como ao campo das narrativas interativas e imersivas. Todos tiveram que construir suas alternativas para seguir produzindo e criando a distância, recorrendo à telemática e, em grande medida, às mídias audiovisuais. A partir de um extenso levantamento nos primeiros meses da pandemia, realizado pelo Bug404, em parceria com a PROEX/UNIRIO e PPGMC/ECO/UFRJ, o projeto busca discutir os padrões, restrições, soluções e contribuições inovadoras para o campo das narrativas interativas e imersivas, sejam oriundas do próprio campo ou advindas de outros, como o webteatro e o tradicional audiovisual.

A mostra Corona Bug no Sesc Rio em 2021 apresenta uma seleção de seis projetos interativos online, onde o visitante pode encontrar acolhimento e refúgio em diferentes experiências afetivas e significativas, ao participar de forma ativa, mesmo que isolado em sua casa durante a covid 19.

Programação

Refúgio é um lugar onde estamos acolhidos, protegidos de perigo iminente. Onde o encontramos diante da Covid? Em nossas casas? E como nos refugiamos da solidão do isolamento social? Nas telas, pela internet?