Participantes

Quem faz a ocupação Refúgio
Somos uma rede de pesquisadores, artistas, educadores e realizadores, que promove o diálogo e a cooperação no campo das artes, ciência e tecnologia.

(re)trato - experimentações

Têm por intuito estabelecer interseções entre performance, imagem e cultura. Com estética minimalista, busca registrar corpos diversos, plurais, que sentem, falam, expressam ou calam. Formas, cores, olhares, marcas de expressão, que são acompanhados de símbolos, objetos de memória afetiva, patuás e amuletos – elementos que compõem esses corpos, que comunicam e costuram subjetividades. Através da performance sobre quem somos, a arte permite a representação de si como espelho revelador.

a coisa ficou preta

Criado e comandado pelo artista visual Gleyson Borges, a página é uma frente na luta digital contra o racismo. Com seus lambes espalhados pelas cidades do imenso nordeste, palavras poéticas e políticas se juntam à causa de um jeito impactante e assertivo.

Ana Cunha

Mestranda no Programa de Pós-Graduação de Mídias Digitais da ECO | UFRJ, atua em pesquisa, planejamento, gestão e supervisão de programas, projetos e equipes na área cultural e social. Desenvolve projetos para instituições, tais como Centro Cultural Banco do Brasil/CCBB; Sesc SP; BNDES; Museu da Imagem e do Som/RJ, entre outras.

André Paz

Professor e pesquisador da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e do Programa de Pós-graduação em Mídias Criativas (PPGMC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Idealizador e Coordenador do Bug404. Diretor criativo de documentários interativos e imersivos. Autor de diversas publicações no campo, como o livro "Bug: narrativas interativas e imersivas"(2019), com Sandra Gaudenzi (University of Westminster). Curador de exposições, como da "Mostra Bug (2018)", com Julia Salles (Universidade de Montreal) e Arnau Gifreau (Universidade Eram).

Andrea Rodriguez Antón

Doutora em astronomia cultural pela Universidade de La Laguna, fez a tese de doutorado no Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC) sobre o papel da astronomia no planejamento urbano romano. Nos últimos anos, trabalhou em construções e assentamentos romanos e nabateus no Oriente Médio, em monumentos megalíticos na Península Ibérica e em monumentos funerários pré-islâmicos no Saara Ocidental ocupado. A partir dessa experiência, começou a investigar a astronomia tradicional das populações indígenas nômades daquela região do Saara. Continua nos campos de refugiados saharauis em Tindouf (Argélia) com o projecto Amanar, para ouvir as vozes daquele deserto e ter acesso a um olhar novo e antigo do céu.

Catalina Revollo Pardo

Formada em Psicologia pela Universidad de la Sabana, atualmente é professora substituta do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É mestre, doutora e pós-doutoranda CAPES/PNPD em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social EICOS da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pesquisa migrações, encontros de saberes, memória, América Latina e feminismos. É vice-líder do grupo de pesquisa Diaspotics da ECO (UFRJ), e membro do Laboratório de Memórias, Territórios e Ocupações: Rastros Sensíveis da UFRJ. Também faz parte do grupo de pesquisa Formação de Professores, Pedagogias Decoloniais, Currículo e Interculturalidade: Agendas Emergentes na Escola e na Universidade. É militante do Movimento de Migrantes Brasileiro, articuladora cultural e DJ.

Daniel Normal

É um artista multilinguagem de São Paulo. Trabalha também com direção de arte e educação. Seus trabalhos mais recentes partem de uma reinvenção da tradição afro-brasileira, seja pelas cores, que trazem ao mesmo tempo familiaridade e o sentimento do novo, ou pelas formas, como as máscaras que se fotografa usando.

Dhiego Rabelo

Tem formação em moda e se destaca como produtor e aderecista. Com Renato Ribeiro, criou a Cenografia Sustentável, empresa que desenvolve trabalhos de cenografia em unidades do Sesc São Paulo (Bauru, Belenzinho, Bertioga, Carmo, Consolação, Ipiranga, Itaquera, Pinheiros, Santana, São José dos Campos, Vila Mariana, Taubaté), Sesc Tijuca (RJ) e Sesc Minas Gerais. Atendem também instituições como o Centro Cultural São Paulo, a Secretaria de Cultura do Estado e da Prefeitura Municipal de São Paulo, espaços comerciais, shoppings, entre muitos outros.

Diego Torres Machado

Fez graduação, mestrado e doutorado na Universidade de Nantes. Foi membro de dois experimentos na área de astropartículas (Pierre Auger e DAMIC) e hoje, além de fazer pós-doutorado no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), é integrante do LHC (Grande Colisor de Hádrons, na Suíça), a maior máquina já concebida pelo homem. Neste experimento, partículas subatômicas sofrem colisões a velocidades próximas à da luz, e os “estilhaços” destas dessas ações permitem recriar as condições em que o universo se encontrava logo após seu nascimento. Mais especificamente, o seu trabalho é entender porquê existe mais antimatéria do que matéria no universo.

Eduardo Monfardini Penteado

Fez graduação em Física na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), depois mestrado em Astronomia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutorado em Ciências com Foco em Astroquímica, na Radboud University. Após a formação, passou a se dedicar à divulgação científica, tendo cursado uma especialização em Divulgação e Popularização da Ciência (na Casa de Oswaldo Cruz), e trabalhado como bolsista do Museu de Astronomia e Ciências Afins. É membro do grupo de divulgação científica GalileoMobile, e atua como IAU National Outreach Coordinator no Brasil. Atualmente, trabalha como Coordenador no IAU Office of Astronomy for Education.

Elas.me

De autoria da artista visual múltipla Gabriela Delcin, Elas vem de GabriELAS, “das várias versões MEnhas que se expressam pela arte”. Considera que, embora seja sobre imagem, a fotografia não é apenas uma forma de ver, mas de perceber o que está à sua volta.

Emmanuel Galliano

Trabalhou como pesquisador em Astronomia durante 15 anos no Chile e no Brasil, se interessando, principalmente, em proporcionar observações infravermelhas de galáxias com grandes telescópios. Também desde adolescente participou de programas de divulgação na França com o organismo de ciência popular ANSTJ/Planète Sciences, e com Galileo Mobile no projeto Constellation.

Felipe Caballero

Com mais de 10 anos de experiência em marketing internacional, Felipe Caballero também é co-fundador do Human Online. Tinha uma vontade grande de contar uma história significativa e encontrou no projeto algo que lhe ressoou profundamente, o desejo de cuidar e observar com afeto como nos relacionamos uns com os outros. Ele dirige muitas áreas da iniciativa, desde ideias e estratégias, até parcerias, comunicação, construção e manutenção dessa grande comunidade.

Felipe Carrelli

Cineasta independente, é mestre pelo programa de pós-graduação em Mídias Criativas da ECO (UFRJ), graduado em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar - 2010) e especialista em Divulgação e Popularização da Ciência pela Fiocruz (2019). Como videomaker, dirigiu e editou quatro documentários de longas-metragens: Ano-Luz (2015), Leila (2016), Feijão (2018) e Castelo Abandonado (2020). Atualmente está finalizando o projeto transmídia Estrelas do Deserto que conta com seis produtos: um documentário em realidade virtual, um longa-metragem, uma instalação artística, um docugame, uma série de podcast e um documentário 360º.

Felipe Varanda

Fotógrafo e realizador de webdocumentários, documentários e filmes institucionais, atua também com formação em fotografia e audiovisual. Entre os seus projetos destacam-se os webdocs Periferas Musicais e Meu Rio Vale um Webdoc. Algumas de suas obras estão na coleção do Museu de Arte do Rio (MAR) e da Biblioteca Nacional. Como fotógrafo, trabalhou no Jornal do Brasil e Folha de São Paulo e colabora com revistas como Época, Veja Rio, Istoé e National Geographic. É formado em jornalismo pela ECO (UFRJ), onde atualmente é mestrando em comunicação, desenvolvendo pesquisa com realidade virtual em escolas.

Fernanda Passini

Capixaba, é graduada no curso de Fotografia da Universidade Vila Velha e atualmente mestranda em Artes da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Defende que fotografar é também ouvir histórias e sonhos, buscar entender um pouco mais o que as pessoas levam consigo. Quer provar, mostrando as diferentes singularidades, que o belo é algo muito além do que é imposto.

Gabriele Fantinelli

Artista digital, a itajaiense fez muito barulho com sua publicação no Museu do Isolamento, tendo uma das obras mais compartilhadas no Instagram. Ela estuda arquitetura e trabalha com design gráfico.

Geysa Moura

É pesquisadora mestranda do MIH-UNILAB, além de artista visual e têxtil. Trabalha também com curadoria em arte e educação. Usa dos bordados para expressar vontades e percepções profundas.

Heloísa Marques

É arquiteta e artista recifense. Seus poemas visuais já fizeram parte de cartazes de filmes e exposições, como da recente Tangentes, na Galeria Luis Maluf. Transita por temas diversos e traz a dimensão filosófica para os seus questionamentos, como a nostalgia ou a ausência. Também levanta elementos da natureza e do corpo.

Jefferson Duarte

Cenógrafo e designer na empresa Celophane Cultural, Jefferson é autodidata e trabalha no desenvolvimento de expografias e ambientes interativos para as áreas artísticas, sociais e esportivas há mais de 25 anos. Desenvolve projetos para instituições como Sesc SP e RJ, Secretaria Municipal de Cultura de SP, Acervo dos Palácios do Governo SP, BNDES, entre outros. É responsável pela direção de arte do Coletivo Grão e Museu Vozes Diversas.

Joel dos Santos

No CEFET/RJ, além de ser membro do Departamento de Ciência da Computação (DEPIN) e da Coordenação de Informática (COINFO), é líder do Grupo de Pesquisa em Multimídia e colíder do Grupo de Pesquisa em Ciência de Dados. É professor do curso técnico, da graduação e da pós-graduação - na qual também atua como coordenador. Possui formação pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em Engenharia de Telecomunicações (2009), com bolsa sanduíche na Universität Ulm. Tem mestrado (2012) e doutorado (2016) em Ciência da Computação, sendo este último com bolsa Nota DEZ pela FAPERJ e bolsa sanduíche no Inria-Grenoble. Desde 2006, atua na área de multimídia em projetos relacionados a TV digital, autoria e validação de aplicações multimídia e aplicações multimídia sensorial. Foi coordenador geral do XXV Simpósio Brasileiro de Sistemas Multimídia e Web (WebMedia 2019) e hoje é vice-coordenador da Comissão Especial de Multimídia e Web (CE-WebMedia) da Sociedade Brasileira de Computação (SBC).

Jorge Rivero González

Além de astrônomo público, é comunicador científico trabalhando no Joint Institute for VLBI ERIC, na Holanda. Também é astrofísico e comunicador científico na Universidade de Leiden. Foi o coordenador global das Comemorações do 100º aniversário da União Astronômica Internacional (IAU100) e por trabalho recebeu o Prémio de Comunicação pelo Conselho de Investigação Holandês (NWO) de 2020. Participou da organização global do Ano Internacional da Luz e das Tecnologias Baseadas em Luz das Nações Unidas (IYL 2015) e também da organização global do Dia Internacional da Luz da UNESCO em 2018. González tem doutorado em Astrofísica pela Ludwig-Maximilians-Universitaet (Alemanha) e pós-graduação em Jornalismo Científico e Comunicação pela Universidad Nacional de Educación a Distancia (Espanha). Desde 2009, é membro GalileoMobile.

Julia Salles

Produtora e realizadora de mídias interativas e eventos, é doutora em Comunicação pela Université du Québec à Montréal, no Canadá, país onde também atua como profissional de pesquisa e professora na Université de Montréal. Fez graduação e mestrado em Arte Contemporânea e Novas Mídias na Université Paris VIII, na França. Tem experiência profissional em diversos festivais internacionais de cinema, entre eles o Cinéma du Réel (Centre Pompidou, França). É membro da equipe de curadoria do Festival International du Court Métrage de Clermont-Ferrand. Tem diversos artigos e trabalhos publicados sobre mídias interativas e imersivas.

Keila Okubo

É paulistana e artista de múltiplos meios. Boa parte da sua linguagem vem da poesia visual. Já trabalhou com fotografia, arte têxtil, colagem e adora experimentar novas técnicas, dividindo também seus cadernos e alguns livros de artista com o público. Seus bordados em objetos cotidianos no projeto Cotidiano a bordar são exemplos do seu trabalho.

Keila Zaché

Bióloga, pesquisadora, arte-cientista, autodidata, construtora criativa e curiosa. Pesquisa produção, uso e evolução da comunicação acústica dos organismos e das paisagens sonoras, além de outros estudos ecológicos. Também vem desenvolvendo projetos em áreas multidisciplinares, como preservação da memória e do patrimônio cultural, popularização do conhecimento científico e uso de tecnologias inclusivas e de código aberto. Acredita na importância de todo tipo de conhecimento, perpassando os tradicionais, os científicos e os acumulados ao longo da trajetória de vida.

Leila Graef

Atualmente é professora adjunta no Instituto de Física da Universidade Federal Fluminense (UFF). Tem experiência na área da Cosmologia e da Gravitação, atuando principalmente nos seguintes temas: universo primordial, perturbações cosmológicas, radiação cósmica de fundo, gravitação quântica e energia escura. Além da graduação em física (2009) pela Universidade de Brasília (UNB), tem mestrado (2012) e doutorado (2015) também em física pela Universidade de São Paulo (USP). Fez um período de doutorado sanduíche na McGill University, onde realizou estágio de pós-doutorado. Fez pós-doutorado no Observatório Nacional e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Luiza Adas

Curadora e fundadora do Museu do Isolamento, é formada em Relações Públicas. Comunicadora e produtora de conteúdo, trabalhou com marketing cultural e desde sempre se envolveu com o universo da arte e cultura. Em 2018, criou o FlorindoLinhas, um projeto nas redes sociais cujo objetivo era trazer, por meio de uma linguagem acessível e democrática, informações sobre arte e cultura. Luiza foi convidada pelo CNPQ a escrever um capítulo do livro Crise, Criatividade e Comunicação - estudos em meio a Pandemia do Covid-19, após realizar uma pesquisa sobre comunicação estratégica de museus para captação de públicos e após também criar o Museu do Isolamento. Luiza já desenvolveu projetos, palestras e conteúdos envolvendo arte para marcas como Chandon, Farfetch, Avon, Converse, Chandon, Ida, Art Rio, Art Soul, e outras.

Mano Penalva

Mora e trabalha em São Paulo. Formou-se em Comunicação Social pela PUC-Rio, onde também cursou Ciências Sociais com ênfase em Antropologia. Durante seis anos, frequentou cursos gratuitos na EAV - Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Atualmente participa da Massapê Projetos, plataforma de produção e pensamento artístico de São Paulo.

Maria Carolina Rodrigues

Formada em Comunicação Social - Jornalismo pela PUC-Rio, cursa Letras - Produção Textual pela mesma universidade. Trabalhou com assessoria de imprensa, produção executiva, copidesque e criação de conteúdo para sites e redes sociais. Atualmente, é pesquisadora de música brasileira.

Memorial Inumeráveis

Inumeráveis é uma obra do artista Edson Pavoni em colaboração com Rogério Oliveira, Rogério Zé, Alana Rizzo, Guilherme Bullejos, Gabriela Veiga, Giovana Madalosso, Rayane Urani, Jonathan Querubina e os jornalistas e voluntários que continuamente adicionam histórias à este memorial.

Mohammed ElHajji

Na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é professor titular e integrante dos programas de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura (PPGCOM) e em Psicossociologia (EICOS). Também é professor e coordenador local do Máster Erasmus Mundus em Migrações Transnacionais (MITRA) e líder do grupo de Pesquisa em Migrações Transnacionais e Comunicação Intercultural. Sua pesquisa, estudos, produção intelectual e orientações acadêmicas (no âmbito nacional e internacional) são focados na questão migratória transnacional, diaspórica e intercultural. É Membro Associado do Grupo de Pesquisa em Comunicação Internacional e Intercultural GERACII da Université du Québec à Montréal (UQAM), além de coordenador do Fórum de Migrações e do Simpósio de Pesquisa sobre Migrações. É pesquisador do CNPq e assessor da FAPESP.

Nicolas Amaya

Nicolas Amaya treina meditação intensamente e autoconhecimento há vários anos. Co-fundador do Human Online, a sua intenção era criar um espaço onde duas pessoas quaisquer pudessem estar verdadeiramente presentes uma com a outra. Engenheiro de software, ele desenvolveu inicialmente o Minuto Humano como uma ferramenta para conexão para além de quaisquer barreiras de idioma, localização ou experiência.

Patrícia Figueiró Spinelli

Astrofísica, é professora do Programa de Pós-graduação em Divulgação da Ciência, Saúde e Tecnologia da Fiocruz. Tem graduação e mestrado em física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sempre atuando na área da Astrofísica. Concluiu o doutorado pela Ludwig-Maximillians Universität e Max Planck Research School for Astrophysics, na Alemanha, e realizou estágio de pós-doutorado na Universidade de São Paulo (USP) por um ano. Desde 2013, é pesquisadora do Museu de Astronomia e Ciências Afins, onde tem atuado, sobretudo, na divulgação da Astronomia e educação não-formal em ciências, tendo desenvolvido projetos específicos para o público infantil, meninas e professores. Faz parte do grupo GalileoMobile desde a fundação.

Rafa Mesquita

É artista visual e faz pinturas a óleo sobre a vivência LGBTQ+, sobre a desconstrução de retratos e olhares sensíveis. Busca trabalhar com sentimentos e lida com medos e angústias frente a frente a partir da arte.

Rafael Romão

É licenciado e mestre em Cinema e Audiovisual pela UFF e PPGCINE-UFF. Junto à Recode, implementou a Mentoria Tecnológica para Professores nas redes particular, estadual e municipal na cidade de Andrelândia em 2020. É roteirista do longa-metragem A Fera na Selva (2019) e orientador de mais de cem documentários estudantis produzidos em Realidade Virtual, sendo quatro deles exibidos em eventos da Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque.

Rejane Nóbrega

Mestre em Genética pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com ênfase em genética de populações, cosmopolitismo e evolução molecular. Trabalhou 10 anos na área de educação ambiental, particularmente interessada em ecologia social e filosofia da ciência. Atua há 20 anos à frente de projetos nas áreas de divulgação científica e cultura digital, a partir de interseções entre arte, ciência e tecnologia, associando reflexões e dinâmicas a espaços de interação e intervenção sociocultural.

Renato Ribeiro

Especialista em Ecologia, Arte e Sustentabilidade pela UNESP/UMAPAZ (2011) e organizador do livro Sustentar a Vida, Paulinas Editora (2011). Há mais de 25 anos, trabalha no desenvolvimento de mostras artísticas, ambientes interativos e cenografia. Também atua na coordenação de oficinas culturais, de workshops e de projetos na área ambiental ligados à arte e educação. Com Dhiego Rabelo, administra a Cenografia Sustentável, com vivência e ênfase na experimentação em diferentes tipos de materiais - inclusive ambientalmente corretos e produtos de reciclagem ou reuso.

Sandra Benitez Herrera

É astrofísica e comunicadora científica do Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC), em Tenerife, na Espanha, trabalhando na área de Educação e Extensão em Ciências. Lá, ela combina a prática da popularização científica - por meio de palestras públicas, workshops, cursos e desenvolvimento de materiais educacionais - com a pesquisa em Astronomia, como ferramenta inovadora para aproximar a ciência da sociedade. Está particularmente interessada no público escolar, isto é, alunos e professores do ensino fundamental e médio. Desde 2011, participa do projeto internacional e itinerante GalileoMobile e desde 2018, coordena o projeto Amanar com refugiados Saharauis.

Sandra Gaudenzi

É uma autoridade reconhecida internacionalmente no campo da prática documental interativa e envolvente. Vinda da produção de TV, tem consultado, orientado, pesquisado, dado palestras, escrito, falado e feito um blog sobre narrativas factuais interativas nos últimos 20 anos. Leciona na Universidade de Westminster, no Reino Unido.

Sandra Tabares-Duque

Produtora audiovisual internacional de projetos e filmes premiados, é fundadora da Sandelion Productions, com experiência em transmídia, narrativas imersivas e produção de impacto. Além disso, também dá aulas em universidades e faz treinamentos em eventos internacionais de cinema.

Sonali Ranjit & Vaishnav Balasubramaniam

Em maio, durante o período mais rigoroso do bloqueio em Cingapura, Vaishnav e Sonali, dois criativos de publicidade indianos trabalhando em Cingapura, estavam se sentindo um pouco confinados em seu pequeno apartamento de um quarto em Cingapura. Eles lançaram o Window-Swap.com como um pequeno projeto entre amigos como uma forma de viajar sem se mover. Desde então, cresceu o projeto de arte, com mais de 30000 envios de vídeo de mais de 110 países ao redor do mundo. Uma adorável comunidade de pessoas que compartilham suas janelas, esperando que isso ajude alguém a relaxar, refletir, meditar ou se inspirar.

Thais Trindade

Com seu perfil @artivistha conseguiu alcançar mais de 20 mil pessoas. Com um trabalho comprometido com as questões que permeiam o Brasil, sua linguagem gráfica é reconhecida no meio digital. É artista, feminista, arquiteta e urbanista especializada em marketing e mídias digitais, além de ser a cabeça criativa do Studio Trevo da Arte.

Tiago Rogero

Jornalista, é idealizador e apresentador dos podcasts narrativos Vidas Negras (original Spotify produzido pela Rádio Novelo) e Negra Voz (pelo jornal O Globo). Vencedor do 42º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog (2020) com o Negra Voz. Foi repórter de O Globo, O Estado de S. Paulo e BandNews FM. Em 2019, foi fellow do International Center For Journalists (ICFJ), nos EUA, com foco na produção de podcasts.

Usha Velasco

Nasceu e vive em Sobradinho, no Distrito Federal. Além de produzir textos críticos, atua na sociedade com suas fotografias. Sobre Usha, André Vilaron comentou que os seus primeiros trabalhos “propõem ao espectador caminhar pelas trilhas do tempo e da imaginação e exploram as possibilidades de resgate do inconsciente (...)”.